“Uma ferida interna que não nos abandona”

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O racismo, a questão colonial e a discriminação estão em foco neste terceiro episódio de “Diálogos Atlânticos”, em que o escritor moçambicano Luis Bernardo Honwana e a sua obra “Nós matamos o cão tinhoso” constituem o tema central do debate.

Para Osvaldo Silvestre, um dos intervenientes, o livro chaga a causar-nos “uma ferida interna que nunca mais nos abandona”. A frase sintetiza o sentido e o espírito da conversa que juntou participantes de Portugal, Brasil e Moçambique.

Em setembro, os “Diálogos Atlânticos” estarão de volta.


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